segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O Casamento e sua história!

Eu sou muito curiosa e por isso tenho o costume de pesquisar os porquês das coisas, e com o casamento não está sendo diferente.

Antes de decidir cada detalhe tento procurar o significado, pra realmente ver se combina com a nossa história e nossos ideais. E tenho descoberto muitas coisas interessantes!

Por isso a partir de agora vou compartilhar com vocês essas descobertas...espero que gostem!


O casamento é uma das instituições mais antigas do mundo e sofreu mudanças e adaptações ao longo da história de acordo com aspectos emocionais e socioculturais envolvidos (COSTA, 2000).

Não se sabe ao certo a data exata da primeira cerimônia de casamento da História. Evidências mostram que um ritual parecido como o que existe hoje surgiu na época da Roma Antiga, quando as mulheres que estavam prestes a selar o matrimônio vestiam se especialmente para a ocasião, enfeitando os cabelos com flores brancas – que simbolizavam felicidade eterna – e ramos de espinheiro – para afastar os maus espíritos. Mais tarde, o véu foi adicionado ao figurino: no início, era uma homenagem a uma das deusas mais populares da mitologia greco-romana. Vesta, como ela era chamada, protegia os lares das famílias e também trazia bons fluídos aos novos casais.

No antigo sistema patriarcal, os pais decidiam o futuro matrimonial de seus filhos ainda na infância, tudo para evitar a mistura de classes sociais. Nessa época os pais tinham que ceder uma parte do seu patrimônio (casa e terras) para o sustento e moradia da nova família.

Depois o casamento passou a ser um acordo formal entre o noivo e o pai da noiva que implicava no pagamento de um dote por parte do pai e havia uma celebração religiosa domiciliar. Assim, esta forma de união conjugal não levava em conta a vontade da noiva nem o seu consentimento (COSTA, 2000).
Na Idade Média (séculos XI-XII) o casamento passa a ser um sacramento da Igreja constituindo um modelo conjugal cristão, no qual a indissolubilidade do casamento era exigida assim como a imagem de pureza da união. Não se dava importância ao amor no relacionamento e a validade do sacramento do matrimônio residia na fidelidade e em filhos em comum, portanto, o amor entre os cônjuges era considerado um resultado da união e não como base do relacionamento.

O casamento por amor passa a ocorrer depois da revolução industrial com o capitalismo quando as mulheres entram no mercado de trabalho e deixam de ser propriedade privada da família e adquirem o papel de produtoras o que possibilitou um importante passo para sua libertação.

É na cultura do século XIX que o casamento passa a ter uma condição de relacionamento amoroso com conotação sexual, a partir da profissionalização da mulher, dos métodos anticoncepcionais e com a liberação do divórcio, pois estes fatores afastaram o casamento da influência familiar, religiosa e do Estado (COSTA, 2000)

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Festa de Noivado...Parte 2

Como a família do noivo é um tanto grandinha, uma festa de noivado só não foi suficiente pra reunir todo mundo, então depois de um tempo da primeira, fizemos uma nova festa em Bauru.

Resumindo noivamos por quatro vezes! Acho que temos certeza do que queremos! rsrsrs


Espero que no casamento possa reunir todo mundo num mesmo lugar e numa mesma hora.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Festa de Noivado...Parte 1

Bom...alianças nos dedos, mas pro noivado valer mesmo tinha que ser aceito pela família, e então, eis que minha mãe resolveu fazer um almoço de noivado.


Foi um almoço bem simples, porém muito gostoso, apenas com familiares e os amigos mais próximos.





Mas o auge da festa foi o discurso que minha irmã tinha preparado pra gente. Fez todo mundo chorar um monte...

Como eu e o Leandro já tínhamos colocado as alianças não vi necessidade em colocá-las novamente, mas foi assistindo ao filme “Vestida para casar”, que tive a idéia. O filme em si, não tem nada haver comigo e com minha irmã, graças á Deus, mas no final a irmã acaba sendo madrinha de casamento da outra e faz um discurso todo lindo...


Mas de verdade não imaginei que seria tão lindo...



sábado, 21 de setembro de 2013

O Pedido


Antigamente era o pai do rapaz quem fazia o pedido à família da moça. Na falta do pai, a mãe do rapaz podia fazê-lo ou até mesmo um amigo muito chegado à família. Posteriormente era o próprio rapaz quem pedia a mão da moça ao pai dela. Hoje em dia não existem regras. Alguns rapazes ainda seguem a tradição de pedir a mão da moça ao pai dela e alguns casais optam por ficar noivos entre eles e depois apenas comunicam o acontecimento à família. Com a gente foi da forma mais moderna, mas nada aconteceu de forma tão simples…

Tudo estava acontecendo…achamos o apartamento, larguei meu emprego, encaixotei minha mudança, mas o pedido oficial não vinha…Eu como sempre queria que tudo acontecesse do meu jeito, na hora e no lugar que eu tinha imaginado, mas o noivo com seu dom de mudar todos os meus “planos infalíveis”, fez tudo diferente, mas não menos emocionante.

O pedido foi na porta de nossa nova casa, antes de entrarmos nela pela primeira vez e simbolizou toda uma nova etapa de nossas vidas. Ele me entregou as alianças junto com as chaves da casa.


A viagem de 7 horas de Bauru até BH e toda a mudança pra descarregar no carro foi um simples detalhe, que o noivo não pensou…Porém soube depois que existia todo um plano de me surpreender dentro do apartamento que foi por água abaixo com a demora na entrega das chaves por parte da imobiliária.


Quando os anéis de noivado começaram a se popularizar, eles eram usados não só como símbolo de amor, mas como garantia financeira. Com o anel de noivado o homem demonstrava para a família de sua esposa, que ele seria capaz de sustentá-la.

No nosso caso usamos alianças representando que os dois estavam assumindo um compromisso, e que faríamos de tudo para dar certo.

O noivado foi como que um compromisso social e moral, onde nós dois nos comprometemos perante aos amigos e familiares, de que queríamos algo sério e que por isso íamos morar juntos.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Vamos fugir?

Quando duas pessoas se amam, e decidem que esse amor vale a pena, acredito que seja natural que com o passar do tempo queiram ficar cada vez mais próximas…e foi exatamente esse sentimento que naquele momento tomava conta do nosso namoro.

Acertadas as diferenças começamos a fazer planos de morar juntos, no entanto eram necessárias muitas mudanças e algumas eram baseadas em incertezas, principalmente em relação ao futuro da profissão do Lê, que a qualquer momento poderia ser chamado para trabalhar em qualquer lugar, não só do Brasil, como fora dele…e fomos adiando os planos.

Mas assim que o Lê teve a notícia de que iria trabalhar na FIAT, em Belo Horizonte, tudo mudou…Havia um lugar certo para se fixar, a distância iria triplicar, e ficaria muito mais difícil de nos vermos...Sentimos a necessidade então de tornar os planos reais.

Acho que foi aí que realmente decidimos que queríamos ficar juntos, e que talvez esse fosse o primeiro passo para um casamento.


Assim que recebeu a notícia o Leandro me surpreendeu com um carrinho da FIAT todo embrulhado com a mensagem: “ Vamos fugir?” Hoje vejo que foi neste momento em que fui pedida em casamento…e foi emocionante!


Daí pra frente tudo aconteceu muito rápido, foram semanas até que o Lê se mudasse, meses até que achássemos um apartamento e meses até que eu largasse tudo pra ficar com ele…casa, trabalho, família…Não vou dizer que não bateu aquele friozinho na barriga, mas ao mesmo tempo estava tão certa de que era ao lado dele que queria ficar…que arrisquei!

Podíamos ter pulado o noivado e ido direto do namoro para o casamento, como muitos incentivaram (mãe da noiva) ou como muitos acreditam que aconteceu. Mas eu sempre tive o sonho de casar, casamento com festa, vestido, e não estava disposta a abrir mão deste sonho. E deste sonho fazia parte o noivado!

O significado do noivado não mudou muito com o tempo, ao menos não para mim. O noivado significa a maturidade de um relacionamento e que os dois estão prontos para formar uma nova família.

Para nós esse era exatamente o significado desta nova etapa de nossa vida, além de o noivado servir como que um compromisso social e moral, onde nós dois nos comprometemos perante aos amigos e familiares, de que queríamos algo sério e que por isso íamos morar juntos.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

"Tem que ser você"

As músicas acompanham as lembranças e essa marcou bastante  o começo da nossa história...


Tem Que Ser Você
Victor e Leo

Um dia seus pés vão me levar
Onde
 as minhas mãos não podem chegar
Me
 leva onde você for
Estarei
 muito  sem o seu amor
Agora
 é a hora de dizer, de dizer

Que
 hoje eu te amo
Não
 vou negar
Que
 outra pessoa não servirá
Tem
 que ser você
Sem
 por que, sem pra que
Tem
 que ser você
Sem
 ser necessário entender

Me
 leva onde você for
Estarei
 muito  sem o seu amor

Agora
 é a hora de dizer 

[Refrão]

Que
 hoje eu te amo
Não
 vou negar
Que
 outra pessoa não servirá
Tem
 que ser você
Sem
 por que, sem pra que
Tem
 que ser você
Sem
 ser necessário 
entender(2x)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O Namoro: como tudo começou...

A nossa história é daquelas que fazem a gente acreditar em destino...Tinha tudo pra dar errado, mas deu certo... deu MUITO certo!


Tudo começou no dia 02 de agosto de 2008 (mas contamos a partir do dia 03, já que tudo aconteceu de madrugada)


Neste dia eu fui até Bauru para rever algumas amigas de faculdade, e passamos a tarde no bar “Bendito Santo” conversando e paquerando. Terminamos a tarde conhecendo dois caras, um de camisa listrada, que era lindo, mas que ao abrir a boca parecia ter vindo da roça dos filmes de antigamente, e outro de vermelho que nem era tão bonito assim, mas que era uma simpatia...Combinações nada satisfatórias.


Eu já cansada de procurar pelo cara certo e só me decepcionar, depois do acontecido da tarde, não queria nem sair a noite, mas depois de muita relutância, acabei indo numa balada no “Santa Madalena”. Porém ficou combinado que só paqueraria alguém que estivesse de camisa listrada de vermelho, afinal talvez assim tivesse a combinação dos dois da tarde.

O Leandro que na época morava em São Paulo, estava também em Bauru para rever os pais e decidiu ir á mesma balada com os amigos, e adivinha a cor da camisa dele. Pois é, assim que vi aquele moreno alto, me olhando e vestindo camisa listrada de vermelho, não pensei duas vezes em retornar os olhares, só podia ser coisa do destino.

Ficamos horas tentando uma forma de nos aproximar, até o encontro na escada. Com certeza foi a escada que facilitou o primeiro beijo...roubado, só não se sabe por quem!

Tudo levava a crer que não passaria daquela noite...duas pessoas totalmente desconhecidas, de cidades diferentes, numa balada...Mas tudo tinha sido tão bom e tão rápido, que ficou o gostinho de querer se ver mais vezes, o desejo de que tudo não ficasse por ali.

Foi esse desejo que fez com que mesmo com a distância, um namoro começasse de forma muito natural. Bem no estilo que “seja eterno enquanto dure”...Hoje conseguimos ver, que tudo foi acontecendo sem que nos déssemos conta. Foram horas e horas no telefone...horas e horas na estrada...horas e horas no ônibus...e horas e horas de muitos momentos bons.


No entanto com a formalização do namoro, tudo mudou...passamos a nos cobrar mais e muitos desentendimentos vieram...nossas diferenças começaram a incomodar, e por várias vezes o sentimento quase foi deixado de lado. Mas em meio ás diferenças nos encontramos tão semelhantes, que hoje as diferenças nos unem ainda mais.

As diferenças fizeram com que aprendêssemos um com o outro, e o que incomodava deu lugar ao equilíbrio. Já são cinco anos juntos. Cinco anos de muito amor, carinho e cumplicidade.


Hoje mais do que nunca entendemos que: “ O casamento não é a união de duas pessoas perfeitas, que nasceram uma para a outra, mas a união de duas pessoas que se compreendem, que se aceitam, e que apenas por amor desejam ser sempre melhores uma para a outra” – (Augusto Branco).




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O noivo

Bom...hoje vou falar um pouquinho do noivo, mas só um pouquinho, afinal de contas não sou tonta de ficar fazendo propaganda né...

Pois bem, o noivo nasceu no dia 07 de outubro de 1985, na cidade de São Paulo, mas cresceu em Bauru, onde as histórias envolta de sua infância e adolescência, fazem com que qualquer um fique de cabelo em pé.


Sempre muito criativo, foi bastante incompreendido em suas brincadeiras, principalmente pelas babás, que pediam a conta rapidamente. E tudo só piorou com a adolescência e depois com a carta de motorista. Todas as histórias unidas dariam um verdadeiro livro.


No entanto, existem constatações de que no meio de toda esta molecagem, também existia um menininho muito carinhoso.

Hoje com 27 anos o noivo ainda tem seus momentos de criança com suas pegadinhas, e trocadilhos, no entanto de uma forma muito mais calma. O menino levado se transformou num verdadeiro “ gentleman”, num homem de muita determinação e responsabilidades. 


PERFIL DO NOIVO
-       ALTURA: 1,88
-       PESO: 81 (variando entre as idas e não idas á academia)
-       CABELO: castanho
-       OLHOS: castanhos
-       PROFISSAO: Car Designer
-       APELIDO CARINHOSO: “lindo”


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A Noiva

A grande maioria que está acompanhando o blog, me conhece muito bem, outros me conhecem a pouco tempo, mas o suficiente, já que sou um livro aberto...mas um pouquinho de história nunca vai mal né?


Nasci no dia 17 de novembro de 1984 em Macatuba- SP, mas passei grande parte de minha vida em Dois Córregos, onde até hoje estão grande parte da família e amigos.


Tive uma infância bastante proveitosa, com muitas brincadeiras na rua, as quais me renderam vários arranhões e castigos, e muitos amigos. Desde muito pequena sempre gostei de muita agitação, não perdia uma festinha na escola, adorava dançar e desfilar. Segundo minha mãe não parava quieta um minuto, e se estivesse quieta podia correr que estava fazendo coisa errada...rsrsrs.

Mas no meio de toda esta molecagem, sempre existiu um lado menina, que brincava de casinha e sonhava com o príncipe encantado, com quem casaria e viveria feliz para sempre.

Hoje com 28 anos, conservo várias características dessa época, principalmente o sonho, que hoje se torna realidade, de ter o meu príncipe encantado e viver o meu conto de fadas.

“ Os contos de fadas são assim. Uma manhã, a gente acorda e diz: “era só um conto de fadas...” E a gente sorri de si mesma. Mas, no fundo, não estamos sorrindo, sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida” (Antoine de Saint-Exupéry).



PERFIL DA NOIVA:
-       ALTURA: 1,58 m
-       PESO: até o casamento estará OK
-       CABELO: loiros
-       OLHOS: azuis
-       FORMAÇAO: Bióloga
-       APELIDO CARINHOSO: "pequena"